FERROVIA OESTE-LESTE: PREFEITO DE JEQUIÉ RECEBE ENGENHEIROS DA VALEC
O coordenador do projeto da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, engenheiro Marcelo Cabral de Mello, e outros dois engenheiros da VALEC – Engenharia, Construções e Ferrovia S.A, empresa vinculada ao Ministério dos Transportes, estiveram em Jequié, nesta terça-feira, 2 de fevereiro, onde apresentaram o projeto, com o novo traçado, ao prefeito Luiz Amaral, em reunião realizada na Prefeitura Municipal. Na ocasião, foi destacada a importância econômica e social do projeto. “Com a ferrovia, Jequié terá a oportunidade de gerar muitos empregos, já que a cidade terá um canteiro de obras e, no futuro, terá um Pólo de Carregamento”, garantiu o engenheiro.
A ferrovia, de acordo com Marcelo Cabral, dará uma nova dinâmica a economia das cidades por onde ela passará, alavancando novos empreendimentos na região, com aumento da arrecadação de impostos, além de geração de milhares de empregos diretos. Afora isso, a ferrovia deve fomentar ainda mais o desenvolvimento agrícola da região oeste da Bahia. Os principais produtos a serem transportados são soja, farelo de soja e milho, além de fertilizantes, combustíveis e minério de ferro. A produção de minérios, por si só, já justificaria a construção da ferrovia, disse. Fonte: Ascom da PMJ.





February 3rd, 2010 at 12:54 pm
Mais uma vez, o meu PENSAR JEQUIÉ PARA 30 ANOS, confirma as potencialidades de nossa terra e agora temos quase todos os moldais, resta-nos uma campanha maciça para a recuperação do Aeroporto, com isto podemos partir para duas grandes realizações:
1. ??? e 2. ??? - Investimentos para a Iniciativa privada, ai vem o que chamamos de visão periférica, isto custo muito caro.
A Ferrovia vai chegar e os que não acreditavam, como ficam? melhor seria juntar-se a todos os outros e começar a pensar o caminho para tirar o máximo de proveito da mesma. A questão do Porto Seco é o mesmo que o CD - Centro de Distribuição Regional, Jequié com certeza vai deixar de contribuir apenas com 1,17% para o PIB do Estado. Aproveitar a formatação do conceito Territorio e trazer de volta a cidade para ser o grande celeiro(em todos os sentidos) de abstecimento da Região Sudoeste/Portão do Sul da Bahia.
February 3rd, 2010 at 6:18 pm
é isso aí fonseca, precisamos de obras estruturantes, de benefícios que façam uma empresa decicir por ficar em jequié, ademais alerto à todos sobre o gasoduto, está perto de nós. informações que me chegam, ela vai parar em ipiaú. gás natural é hoje em dia o combustível em larga escala mais barato que existe.
February 3rd, 2010 at 7:50 pm
Com certeza tudo que se planta – colhe; o conterrâneo Adanilton Fonseca divulgou aqui no Blog Gicult um excelente artigo, “pensar Jequié nos próximos 30 anos” A Ferrovia oeste-leste está mais perto que nunca; o Gasoduto e a Mirabela nasceram juntos na Região de Ipiaú/Itagiba/Itajuipe, imagine senhores, se não fosse o “Bairrismo” de alguns empresários locais, quem sabe já tínhamos o G. Barbosa também em nosso município, agora nos resta também saber sobre a questão do “FERROBAHIA” “UNERC” entre outros, será que vão deixar cair no esquecimento? E a luta pela revitalização do aeroporto? A questão da Le Brut será que resolveram alguma coisa? Pois existem muitos fatos e questões importantes no município de Jequié em aberto e sem resposta, e nós não podemos perder de vista tais questões sérias e com alto valor, pois tudo isso em minha opinião é considerado como patrimônio dos munícipes.
Jaime Leal
February 3rd, 2010 at 11:16 pm
Mas vai passar mesmo, por onde? Pelo lado do Mandacaru ou pelo lado do Jequiezinho?
February 3rd, 2010 at 11:20 pm
TOM
Vou pequisar a fundo essa questão do gaseoduto do mesmo jeito que pesquisei outras potencialidades para Jequié. Lembro que eu tinha um escritorio na Av. Tancredo Neves, no mesmo predio dos de Haroldo Lima e Cesar Borges; o Advanced Trade Center, quando fui solicitado a fazer uma consultoria a respeito de expansão do gaseoduto, mas já se passaram muito tempo, porem tenho caminhos para verificar e se for o caso levantar a lebre deste projeto. Não garanto nada, mas como amo essa nossa terra vou ver pelo menos se tem algo que possa ser feito. Com certeza no campo politico tem sim, mas há fatores téccnicos que podemo ter determindo este percurso. Lembro que na época da base de jequié, não existia Itabuna, só possivel por pressão politica.
February 4th, 2010 at 4:34 pm
Sera que agente não consegue la um emprego de OUVIDOR DO TREM DE FERRO para darmos a amigo que se encontra desempregado??
February 4th, 2010 at 8:02 pm
Não. Só tem uma vaga para Ouvidor do Ferro do Trem.
February 5th, 2010 at 12:42 am
Pessoal este assunto é serio! apenas como observação.
February 5th, 2010 at 3:01 am
Que bom para a cidade sol. Gostaria que essa ferrovia chegasse até minha cidade, Vitória da Conquista. Acho que interessante uma interligação com a malha principal, mas nossos políticos não brigam por isso. Meu Pensamento visa um futuro projeto de transporte para pessoas, seria muito legal…
February 5th, 2010 at 10:25 am
Obrigado, A.Fonseca, pela seriedade da observação. O seu sério sem acento, ou seja serio, é o masculino de seria? Se assim o for, o assunto seria sério. O mundo anda cheio de assuntos e homens sérios: O Senado Federal; o Governo do Distrito Federal e a Câmara Legislativa do mesmo Distrito; Renan, Sarney e Collor; a Guerra do Iraque; o tráfico de crianças no Haiti; estrelas do Axe music e do futebol fazendo propaganda de bebida alcoólica; os mensalões da vida; o minimetrô de Salvador; etc, etc. Este espaço não caberia os assuntos sérios que grassam pelo mundo afora. Caro A. Fonseca, não levemos a vida tão a sério. Um pouco de humor alivia o peso da nossa carga tributária, tampouco retira a seriedade dos assuntos essencialmente sérios. “Apenas como observação”.
February 5th, 2010 at 1:27 pm
Obrigado, amigo josé Carlos pela bela explanação. mas é bom nestes tempos de mudanças ortograficas, uma familiarização com o assunto. Uma outra coisa é relacionada ao humor - quem não gosta de uma bôa piada? - mas quando temos uma linha de debates e ela se quebra no momento de uma colocação esperada, fica complicado. Todos estes desabores dos homens já temos o dia-a-dia que revolta. Este espaço serve para todos os tipos de argumentação - é a democracia - até para o bom humor na medida certa.
Observe que não acentuei absolutamente nada. Será ou sera que sou analfabeto? não, é proposital. Desculpe-me se fiz alguma ofensa, mas não foi este o proposito. Abraços
February 5th, 2010 at 2:03 pm
Caro A. Fonseca, somente para não passar “in albis”, devo-lhe prestar satisfação. Agradeço-lhe a atenção da resposta na medida certa. Se todas as pessoas ligadas a Jequié se preocupassem com ela como você o faz, e o ouvissem, por certo nossa cidade estaria em melhor situação. Na verdade, como outro dia ressaltou Luis Tavares, não temos que nos preocupar muito em digitar nossos textos com o rigor gramatical que uma correspondência oficial exigiria. Em sendo assim, pelos nossos pecadilhos gramaticais/ortográficos, não devemos ser jogados na geena, mas no máximo num purgatório literário para termos mais cuidado com “a última flor do Lácio, inculta e bela”. Abraços democráticos.
February 6th, 2010 at 2:01 am
Jaime esqueça a UNERC, o governador ja descartou a possibilidade deste projeto se concretizar,Ele tomou esta decisão baseado num plebiscito feito na UESB onde mais de 80% dos alunos não aprovaram disseram NÃO ao desmembramento da universidade este mesmo percentual é dado a alunos que não são de Jequié, e porisso não tem compromisso nenhum com o desenvolvimento de nossa cidade.
February 6th, 2010 at 1:45 pm
Será que em 2012 já vamos poder ir ao carnaval de Ilhéus de trem? Quem souber entra em óbito!
February 6th, 2010 at 6:17 pm
Jarbas, Jaime é Técnico em Contabilidade. Agora ele quer fazer o curso de Engenharia de petróleo, depois da onda do pré-sal. por isso ele defende a UNERC.
February 6th, 2010 at 10:32 pm
Tavares
Será que Jaime concluio o curso de contabilidade no antigo CETEJE de Eucrides.
February 6th, 2010 at 11:34 pm
Bem, se foi, fica difícil fazer o curso do pré-sal. Pra chegar até o petróleo precisa vencer uma camada de sal inexpugnável. E aí só mesmo a vaca que desceu a ladeira da prefeitura e passou pela ponte do jequiezinho. Vaca gosta de sal. O pré-sal é da vaca.
February 7th, 2010 at 12:25 am
Rodovia Leste/Oeste faz-me lembrar o que presenciei na década de 50, quando um projeto começou a ser executado no qual pretendia ligar a Estrada de Ferro de Nazaré que tinha extensão até Jequié e ligaria até o sul do estado para escoamento da produção. Começaram a fazer o trecho saindo da estação, passando pelo Campo do América, Jequiezinho, Cachoeirinha e seguindo. Mas o governo federal da época suspendeu a estrada de ferro que já existia juntamente com a extensão que estava sendo construída para o sul, silenciando em definitivo o apito do tem em Jequié por volta de 1960. Observem o que restou como prova: O local onde funciona o Corpo de Bombeiros que era a estação, o resto de viaduto do “viveiro” e a ponte sobre a Avenida Cesar Borges que comunica com a Avenida dos Operários.
Deixando a historia e voltando ao tema, a Ferrovia Oeste-Leste deve ser diferente e certamente dará um impulso no desenvolvimento das cidades contempladas. No entanto deve se ter muito empenho para que o projeto seja executado e que nenhum político do futuro não venha suspender o mesmo, após ter sido iniciado.
February 7th, 2010 at 12:29 am
Retificando:Ferrovia Oeste-Leste
February 7th, 2010 at 1:31 am
Tú é vei em Manoel, só falta dizer que jogou bola com o Professôr Coutrim.
February 9th, 2010 at 7:02 pm
PREZADO GILDÁSIO
ACHO INTERESSANTE QUE VOCÊ CONSIGA O ROTEIRO QUE PASSARÁ A FERROVIA E DIVULGUE NO BLOG.